Proverbios S
Saco cheio não verga
Saco vazio não para em pé
Santos da casa não fazem milagres
São mais as vozes que as nozes
São Mamede te levede, São Vicente te acrescente
Se cair, do chão não passa.
Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come
Se deres as costas à luz, nada mais verá do que sua própria sombra
Se Deus o marcou, defeito lhe achou
Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
Se gordura fosse físico o porco seria atleta.
Se não tens o que gostas, gosta do que tens
Se o gato não come o bife, ou o gato não é gato, ou o bife não é bife
Se o trabalho dá saúde, que trabalhem os doentes
Se os “ses” fossem feijões, ninguém morria de fome
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
Semeia e cria, (viverás com|terás) alegria
Só a morte não tem remédio
Só se lembra de Santa Bárbara quando troveja
Só trabalha quem não sabe fazer mais nada
Só vemos os argueiros nos olhos dos outros
Sol e chuva, casamento de viúva
Sou homem e tudo o que é humano me diz respeito
Saco vazio não para em pé
Santos da casa não fazem milagres
São mais as vozes que as nozes
São Mamede te levede, São Vicente te acrescente
Se cair, do chão não passa.
Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come
Se deres as costas à luz, nada mais verá do que sua própria sombra
Se Deus o marcou, defeito lhe achou
Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
Se gordura fosse físico o porco seria atleta.
Se não tens o que gostas, gosta do que tens
Se o gato não come o bife, ou o gato não é gato, ou o bife não é bife
Se o trabalho dá saúde, que trabalhem os doentes
Se os “ses” fossem feijões, ninguém morria de fome
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
Semeia e cria, (viverás com|terás) alegria
Só a morte não tem remédio
Só se lembra de Santa Bárbara quando troveja
Só trabalha quem não sabe fazer mais nada
Só vemos os argueiros nos olhos dos outros
Sol e chuva, casamento de viúva
Sou homem e tudo o que é humano me diz respeito




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