Quando a esmola é grande o santo desconfia
Quando a esmola é grande, o pobre desconfia
Quando dois búfalos lutam, quem sai mal é o capim
Quando o gato sai, os ratos fazem a festa
Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão
Quando pobre come frango, um dos dois está doente
Quando se faz uma panela faz-se um testo para ela
Quando um burro (zurra|fala) o outro (baixa|abaixa) as orelhas
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
Quando um cai todos o pisam
Quando um não quer, dois não discutem
Quanto mais alto se sobe de mais alto se cai
Quanto mais depressa mais devagar
Quanto mais me bates mais gosto de ti
Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
Quem (faz o que pode|dá o que tem) a mais não é obrigado
Quem (torto nasce|nasce torto), tarde ou nunca se endireita
Quem a alto sobe de alto cai quem acha guarda
Quem ama o feio, bonito lhe parece
Quem anda de boca aberta, ou entra mosca ou sai asneira
Quem assim fala não é gago
Quem avisa amigo é
Quem bem vive bem morre
Quem boa cama faz nela se deita
Quem brinca com o fogo queima-se
Quem cala consente
Quem canta (seu mal|seus males) espanta
Quem canta seus males espanta
Quem casa não pensa, quem pensa não casa
Quem casa quer casa
Quem chora, sente
Quem com ferro fere, com ferro será ferido
Quem com ferros mata, com ferros morre
Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
Quem comeu a carne que roa os ossos
Quem conta um conto aumenta um ponto
Quem corre por gosto não cansa
Quem corre por gosto não se cansa
Quem dá aos pobres, empresta a Deus
Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
Quem desconfia de tudo, adivinha metade
Quem desdenha quer comprar.
Quem diz as verdades, perde as amizades
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem é amigo de todos não o é de ninguém
Quem é vivo sempre aparece
Quem empresta, adeus
Quem entra na chuva é pra se molhar
Quem escuta, de si ouve
Quem espera desespera
Quem espera por sapatos de defunto, toda a vida anda descalço
Quem espera sempre alcança.
Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro
Quem ferro fere, com ferro será ferido.
Quem jura é quem mais mente
Quem mais tem mais quer
Quem morre de véspera é peru de Natal
Quem muito escolhe pouco acerta
Quem muito espera desespera
Quem muito fala pior ouve
Quem muito fala pouco acerta
Quem muito padece, tanto lembra que aborrece
Quem nada não se afoga
Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece, tanto lembra que aborrece
Quem não arrisca não petisca
Quem não chora não mama.
Quem não come por ter comido, o mal não é de perigo
Quem não da assistência vem concorrência
Quem não deve não teme
Quem não pode arreia
Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
Quem não sabe é como quem não vê
Quem não sabe fazer nem ensinar, administra
Quem não semeia não colhe
Quem não tem cabeça para pensar, tem pernas para andar
Quem não tem cão, caça com gato
Quem não tem dinheiro não tem vícios
Quem não tem panos não arma tendas
Quem não tem vergonha, todo o mundo é seu
Quem não trabalha não come
Quem não trabuca não manduca
Quem não vê não peca
Quem nasceu para a forca não morre afogado
Quem nasceu para burro nunca chega a cavalo
Quem nunca comeu melado, quando come se lambuza
Quem o alheio veste, na praça o despe
Quem o feio ama (lindo|bonito) lhe parece
Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
Quem paga adiantado é mal servido
Quem pariu Matheus que o balance
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não sabe da arte
Quem parte velho paga novo
Quem pergunta quer saber
Quem pode manda e quem não pode faz
Quem porfia, mata caça
Quem primeiro se queixa foi quem atirou a ameixa
Quem procura sempre acha, se não um prego, uma tacha
Quem promete deve
Quem quebra o galho é macaco gordo
Quem quer agradar a todo o mundo, no fim não agrada a ninguém
Quem quer festa, sua-lhe a testa
Quem quer vai, quem não quer (manda|fica)
Quem quer vai, quem não quer manda
Quem ri por último ri melhor.
Quem sabe faz, quem não sabe ensina
Quem sabe sorrir, sabe viver
Quem sabe, sabe! Quem não sabe, aprende
Quem sai aos seus não degenera
Quem se faz de cordeiro será comido pelo lobo
Quem se mete em atalhos mete-se em trabalhos
Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
Quem semeia ventos, colhe tempestades.
Quem sofreu o mal pode esquecê-lo, mas quem o fez nunca se esquece
Quem tarde vier comerá do que trouxer
Quem te cobre que te descubra
Quem tem boca vai a Roma.
Quem tem burro e anda a pé mais burro é
Quem tem calos não se mete em apertos
Quem tem capa sempre escapa
Quem tem cem mas deve cem pouco tem
Quem tem pressa come cru.
Quem tem telhado de vidro não atira pedra ao vizinho.
Quem tudo quer nada tem
Quem tudo quer, tudo perde.
Quem vai à feira perde a cadeira
Quem vai à guerra dá e leva
Quem vai ao mar avia-se em terra
Quem vai ao mar perde o lugar
Quem vai ao mar perde o lugar e quem vai ao vento perde o assento.
Quem vê cara não vê coração
Querer é poder
Queres um conselho, pede-o ao velho